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sexta-feira, junho 12, 2026

Amazonas forma 20 militares na terceira turma do curso de especialistas em salvamento em altura do Corpo de Bombeiros

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O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) concluiu a formação de 20 novos militares no Curso de Especialização de Salvamento em Altura (Cesalt). A cerimônia ocorreu, na manhã desta sexta-feira (12/06), no Centro de Treinamento Operação da instituição, localizado no bairro Distrito Industrial, em Manaus.

Com a nova formação, o número de especialistas na área aumentou de 47 para 67. O curso tem por finalidade especializar bombeiros militares, para atuarem em ocorrências de médio e grande complexidade, em locais de difícil acesso, onde o Bombeiro só consiga acessar e resgatar a vítima, utilizando cordas, escaladas, rapel e com o emprego de técnicas verticais. 

De acordo com o comandante-geral do CBMAM, coronel Orleilso Muniz, o CBMAM é um dos Corpos de Bombeiros que mais especializou os seus militares ao longo desses últimos três anos. “Já fizemos diversos outros cursos: mergulho autônomo, salvamento aquático, produtos perigosos, combate a incêndios florestais. Isso nos dá tranquilidade de dizer que a nossa tropa está bem preparada para labutar dia a dia em benefício da nossa sociedade”, disse Muniz.

Com 432 horas de duração, a capacitação foi desenvolvida com base nas diretrizes da Norma Regulamentadora N.35, a NR-35. O curso possui aulas teóricas e práticas, além das provas semanais. As atividades da capacitação, promovida pela Diretoria de Formação Ensino e Pesquisa (DFEP), ocorreram em cidades da região metropolitana de Manaus.

“A especialização é muito importante para a tropa porque ela vai aperfeiçoar aquilo que foi preciso ajustar de acordo com as experiências. Assim podemos dar uma boa resposta para a população amazonense”, destacou o Sargento Mackson Pessoa, concludente do curso.

Ao longo do curso os militares foram submetidos aos mais diversos treinamentos que testaram suas habilidades físicas e psicológicas, além de simulados de resgate de vítimas em locais como a Torre do Museu da Amazônia (Musa) e a Ponte Jornalista Phelippe Daou, conhecida como Ponte Rio Negro.

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