Os empresários Samara Pink e Thiago Strabile, sócios da influenciadora Virginia Fonseca na WePink, apresentaram documentos e argumentações para tentar demonstrar que não mantêm qualquer vínculo com Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”. A iniciativa ocorre após reportagens revelarem que Karen integrou, no passado, a estrutura societária da PinkLash, empresa criada antes da fundação da WePink.
Segundo a coluna de Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, a defesa dos empresários sustenta que Karen deixou oficialmente o quadro societário anos antes da criação da WePink e que a atual empresa não possui qualquer relação societária ou operacional com ela. Os advogados também afirmam que Samara e Thiago desconheciam eventuais investigações envolvendo a ex-sócia à época da parceria comercial.
A controvérsia ganhou força após reportagens apontarem que Karen Mori, investigada por suposta associação ao crime organizado, participou da fundação da rede PinkLash ao lado de Samara Pink. Registros e fotografias mostram que elas atuaram juntas entre 2015 e 2022, antes do encerramento da sociedade.
Até o momento, não há indicação de que Virginia Fonseca seja investigada nesse caso específico ou acusada de manter relação com Karen Mori. As informações divulgadas tratam da tentativa dos sócios de esclarecer a cronologia da parceria empresarial e afastar qualquer interpretação de ligação com a investigada.


