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quinta-feira, setembro 3, 2026

Empresário é preso em Manaus após quase 100 denúncias por estelionato e golpe de falso consórcio de veículos

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Alexandre Souza, conhecido como “Alexandre Miami”, é investigado por estelionato após clientes relatarem pagamentos de entradas para aquisição de veículos que nunca foram entregues

Alexandre Souza, conhecido como “Alexandre Miami”, foi preso preventivamente nesta terça-feira (2), em Manaus, após ser alvo de quase 100 boletins de ocorrência relacionados a supostos golpes envolvendo a venda de veículos por meio de um falso sistema de consórcio.

Segundo os relatos registrados pelas vítimas, Alexandre seria proprietário de três lojas de veículos na capital amazonense. Os clientes procuravam os estabelecimentos interessados na compra de automóveis e, durante a negociação, eram informados de que poderiam receber o veículo em até uma semana mediante o pagamento de determinado valor.

O dinheiro, segundo as denúncias, seria apresentado como um “lance” para a contemplação de um suposto consórcio. Convencidas de que receberiam o veículo dentro do prazo informado, as vítimas realizavam os pagamentos.

No entanto, após o período estabelecido, os veículos não eram entregues. As vítimas também teriam tentado entrar em contato com Alexandre para solicitar o reembolso dos valores pagos, mas, conforme os relatos, não conseguiam recuperar o dinheiro nem obter uma resposta satisfatória.

Com o aumento das reclamações, as três lojas teriam sido fechadas. A quantidade de boletins de ocorrência registrados contra o suspeito também aumentou a pressão sobre as autoridades responsáveis pela investigação.

Diante do número de denúncias e das suspeitas de prática de estelionato, a Justiça autorizou a prisão preventiva de Alexandre Souza.

A ordem judicial foi cumprida nesta terça-feira (2), no bairro Novo Aleixo, na zona Norte de Manaus. Após a prisão, o suspeito foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.

O caso segue sendo investigado, e as circunstâncias envolvendo os pagamentos realizados pelas vítimas deverão ser apuradas durante o processo.

Fonte: TV A Crítica

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