A Justiça decidiu manter a prisão preventiva da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, que é ré em uma ação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
O pedido para a continuidade da prisão foi apresentado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Segundo a Promotoria, permanecem os motivos que justificaram a prisão preventiva, entre eles a gravidade das acusações e o risco de novos crimes ou de fuga.
Deolane está presa desde maio, quando foi alvo da Operação Vérnix, investigação que apura a atuação de uma organização criminosa e movimentações financeiras que, segundo as autoridades, estariam relacionadas à lavagem de dinheiro para a facção.
O MP aponta a influenciadora como integrante do núcleo financeiro investigado e sustenta que ela teria participação na ocultação de valores de origem ilícita. A Justiça recebeu a denúncia apresentada pela Promotoria, tornando Deolane e outros investigados réus pelos crimes atribuídos ao grupo.
A defesa de Deolane contesta as acusações e afirma que ela não integra organização criminosa e não cometeu os crimes investigados. Os advogados também questionam a necessidade da prisão preventiva e continuam buscando medidas para que ela responda ao processo em liberdade.
O caso segue em tramitação na Justiça de São Paulo.


