Presidente dos Estados Unidos fez declaração nesta segunda-feira (26), enquanto Flávio e Eduardo Bolsonaro também contestaram o resultado do pleito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou o resultado das eleições brasileiras nesta segunda-feira (26 de outubro). Ao ser perguntado por jornalistas sobre a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, Trump declarou: “Parecia outra eleição fraudada, francamente”.
Segundo o relato, Trump justificou sua avaliação mencionando uma decisão judicial brasileira que estendeu o horário de votação no domingo. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, já havia afirmado publicamente que a extensão do horário não teve impacto no resultado da disputa.
Flávio e Eduardo Bolsonaro contestam resultado
Após a divulgação dos resultados, o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou ser “impossível reconhecer o resultado” da eleição e pediu a anulação do pleito.
Eduardo Bolsonaro, que estava nos Estados Unidos, também contestou o resultado e afirmou que “é preciso cancelar essa eleição”. Ele foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo, conforme o material de origem.
Resultado do segundo turno
De acordo com os números atribuídos ao TSE, Lula venceu com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. A diferença entre os dois candidatos foi de aproximadamente 4,4 milhões de votos.
Entre o primeiro e o segundo turno, cerca de 14,1 milhões de eleitores adicionais compareceram às urnas. Segundo o material, a agência Associated Press apontou o aumento da participação eleitoral como um dos principais fatores relacionados à mudança no resultado.
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%, conforme os dados apresentados no texto de origem.
Repercussão internacional
Instituições brasileiras e lideranças internacionais reconheceram o resultado eleitoral, entre elas a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, citados pelo veículo Common Dreams.
O texto informa que Trump e o governo dos Estados Unidos ainda não haviam reconhecido oficialmente o resultado até o momento da publicação original.
Fonte: Not Journal


